Ana Poltera
A cidade de Zurique, na Suíça, recebeu a primeira edição do movimento “E.L.A.S – Foram Chamadas para Gerar”, iniciativa idealizada pela empresária, escritora e mentora brasileira Ana Poltera. O encontro marcou o início da expansão internacional do projeto, reunindo mulheres de diferentes áreas de atuação em uma jornada dedicada ao desenvolvimento humano, à liderança feminina, ao fortalecimento da identidade e ao crescimento pessoal.
Realizado no dia 20 de junho, o evento promoveu palestras, momentos de reflexão e troca de experiências sobre temas como autoestima, propósito de vida, inteligência emocional, relacionamentos e superação de desafios. A proposta foi criar um ambiente de acolhimento e aprendizado, incentivando as participantes a desenvolverem seu potencial e ampliarem sua atuação tanto na vida pessoal quanto profissional.

Ao longo da programação, mulheres compartilharam histórias marcadas por desafios emocionais, experiências de rejeição, abandono afetivo e dificuldades relacionadas à construção da autoestima. Os relatos evidenciaram a importância de espaços voltados ao diálogo e ao fortalecimento emocional, permitindo que diferentes trajetórias fossem acolhidas em um ambiente de respeito e escuta.
Segundo Ana Poltera, o movimento nasceu com a missão de incentivar mulheres a romperem padrões emocionais limitantes e resgatarem sua identidade. A empresária defende que o processo de transformação começa pelo autoconhecimento e pela compreensão das experiências que influenciam o comportamento e as decisões ao longo da vida.
Um dos principais temas debatidos durante o encontro foi o impacto das relações familiares na formação da identidade feminina. A programação abordou como vivências da infância podem influenciar aspectos como autoestima, maternidade, relacionamentos, carreira e desenvolvimento de novos projetos.
Durante a jornada também foi apresentado o Método Gerar, criado por Ana Poltera para conduzir mulheres em um processo de reconstrução emocional e fortalecimento da identidade. A metodologia propõe um caminho de autoconhecimento voltado à ressignificação de experiências, ao desenvolvimento pessoal e à superação de crenças consideradas limitantes.

Além da programação presencial, o evento serviu como ponto de partida para uma nova etapa do movimento com o lançamento da comunidade “Chamadas para Gerar – Clube do Livro”. O espaço foi criado para oferecer acompanhamento contínuo às participantes, promovendo encontros, estudos e atividades voltadas ao crescimento pessoal e à troca de experiências.
O sucesso da primeira edição reforçou os planos de expansão internacional da iniciativa. A próxima jornada já está prevista para acontecer no dia 5 de setembro de 2026, em Lausanne, também na Suíça, dando continuidade ao projeto que busca reunir mulheres de diferentes nacionalidades em torno de temas ligados ao desenvolvimento humano, à liderança e ao propósito de vida.
Outro anúncio realizado durante o encontro foi o lançamento da revista “Elas Foram Chamadas para Gerar – Histórias de 52 Mulheres que Escolheram Ouvir o Chamado da Vida”, publicação que reunirá relatos inspiradores de mulheres que transformaram desafios em oportunidades de crescimento, empreendedorismo e realização pessoal.
A programação contou ainda com a participação de profissionais reconhecidas em diferentes áreas do desenvolvimento humano e do empreendedorismo, entre elas Jennifer Duss, Andrea Sigrist, Eliana Garrocini e Patrícia Sarinho. As palestrantes compartilharam experiências relacionadas à liderança, inteligência emocional, posicionamento profissional e fortalecimento da mulher em diferentes contextos sociais e culturais.
Com uma proposta baseada no desenvolvimento pessoal e na valorização da identidade feminina, o movimento “E.L.A.S – Foram Chamadas para Gerar” inicia sua trajetória internacional com a expectativa de ampliar sua atuação para outros países, fortalecendo uma rede de mulheres comprometidas com o autoconhecimento, a liderança e a transformação social. A iniciativa busca inspirar participantes a reconhecerem seu potencial e assumirem um papel de protagonismo na construção de suas histórias e de suas comunidades.
